Um ano depois, fica a pergunta: quem pagou a conta dos protestos de junho?

Conti, José Maurício

Resumo:

Não, não me refiro às vidraças quebradas e outros vandalismos. Estou falando de outra conta. Uma conta que parece não fechar. Completou-se um ano desde que todo o país se viu contaminado por uma

onda de protestos que, se todos se recordam, iniciou-se por manifestações insurgindo- se contra o aumento de 20 centavos na passagem de ônibus urbano em São Paulo. E que depois incluíram reclamações contra o aumento dos pedágios, gastos com a Copa do Mundo, corrupção e um sem-número de outras reivindicações, como melhorias na saúde, educação e tantas outras.

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D, i, r, e, t, O

DOI: 10.5151/9788521228127-30

Referências bibliográficas
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Como citar:

CONTI, José Maurício; "Um ano depois, fica a pergunta: quem pagou a conta dos protestos de junho?", p. 173-176. Levando o direito financeiro a sério: a luta continua. São Paulo: Blucher, 2019.
ISBN: 9788521228127, DOI 10.5151/9788521228127-30