Experiência de Si e do Tempo na Pandemia

Fuganti, Luiz

Resumo:

Questiona-se se o vírus é vivo ou não; ele é uma macromolécula e, como não se reproduz por conta própria, é tido como um modo não vivo. Mas, mais que vida, há potência. E, uma vez que a vida é um modo da potência também, o vírus se apresenta como expressão, manifestação dessa potência, como o são as grandes catástrofes: terremotos, vulcões, furacões... Enfim, uma violência da natureza que, ao mesmo tempo, é uma potência afirmativa de si mesma, é um modo, é uma modalidade do real.

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DOI: 10.5151/9786555065640-02

Referências bibliográficas
  • ​Melville, H. (2010). Bartleby, o escriturário. Rio deJaneiro: Rocco. (Trabalho original publicado em 1853).
Como citar:

FUGANTI, Luiz; "Experiência de Si e do Tempo na Pandemia", p. 27-40. Clínica e (a)normalidade: interpelações pandêmicas. São Paulo: Blucher, 2022.
ISBN: 9786555065640, DOI 10.5151/9786555065640-02